e s f e r a o b t u s a

Filha da caixa em exílio involuntário

sábado, 12 de julho de 2008

É para hoje sff

Hoje, não há outros amigos que me valham. Tento todos, a ver se resulta. Mas não. Hoje tens de ser tu. Vens até cá por favor? Acompanhas-me no copo, no bife grelhado e na dança caseira posterior? O palco está montado ao teu gosto, ao nosso gosto, CHEGA CÁ. A VER SE TE ANIMAS a ver se me animas. Vens até cá cantar um pouco roucamente? Preciso de quem só como tu sabe dizer é hoje que amanhã pode ser tarde, como só tu sabes. Vens até cá? Ninguém como tu para dançar comigo até o sol nascer. ha mimas ideias, as histórias, qual poeta, qual argumentista. Urges-me. TODAS AS LETRAS E TODAS AS DANÇAS SÓ PARA TI. DEPOIS, QUE FAREMOS DAS NOSSAS VIDAS? Mas agora só tu e eu, dançando ao vento que entra pela janela, é tudo quanto preciso. Vem até cá.

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